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Cartilha 12 Mitos sobre Religiões e Diversidade Sexual

As religiões, incluindo a tradição evangélica, não são monolíticas. Elas não têm uma única posição sobre a diversidade sexual. Determinar de maneira homogênea que uma religião é “lgbtfóbica” ou “nega os direitos de diversidade sexual” é invisibilizar segmentos dentro daquela religião que pensam e agem positivamente em relação às pessoas LGBTI+.

Nesta cartilha, Hugo Córdova Quero, teólogo queer argentino, chama atenção para a imensa pluralidade na relação entre religiões e diversidade sexual através do diálogo em torno de 12 afirmações que se transformaram em verdadeiros “mitos”.

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Relatório sobre Terapias de Conversão – ONU IESOGI

Este relatório foi submetido ao Conselho de Direitos Humanos da ONU de acordo com suas resoluções 32/2 e 41/18. Nele, o Especialista Independente das Nações Unidas em proteção contra violência e discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero (IESOGI), Víctor Madrigal-Borloz, examina a prática das chamadas “terapias de conversão” em todo o mundo – com especial atenção para seus efeitos sobre as vítimas, suas implicações para os direitos humanos e sua relação com a violência e a discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero, as medidas adotadas para prevenir tais práticas e punir e processar os responsáveis, e as vias de reparação às vítimas.

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Tentativas de Aniquilamento de Subjetividades LGBTIs

O livro “Tentativas de Aniquilamento de Subjetividades LGBTIs”, organizado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), por meio de sua Comissão de Direitos Humanos, apresenta um mosaico de histórias de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais (LGBTIs) que retratam os intensos sofrimentos ético-políticos e os processos de resistência decorrentes de diversas formas de violências, preconceitos, injustiças e exclusão.

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Qual é a cor do invisível? A situação de direitos humanos da população LGBTI negra no Brasil

Investigação a respeito da situação dos direitos humanos das pessoas LGBTI+ negras no Brasil, reunindo dados e análises que deem mais visibilidade a essa população. A investigação foi feita a partir de uma perspectiva interseccional, adotando a raça como uma lente que permite observar certas dinâmicas hierárquicas que afetam negativamente as pessoas negras com orientação sexual, identidade de gênero, expressão de gênero e características sexuais não normativas.

As discussões sobre racismo e pessoas negras não podem ser vistas como algo exclusivo do movimento negro, assim como as discussões sobre orientação sexual e identidade de gênero não podem ser atribuídas a uma pauta exclusiva do movimento LGBTI+. Adotar esses posicionamentos invisibiliza a população LGBTI+ negra e faz perpetuar uma rede de privilégios para alguns e desvantagens para outros.